A investigação revelou que o grupo criminoso utilizava contas bancárias de terceiros, incluindo menores de idade, para depositar dinheiro vivo de forma fracionada, ocultando a origem dos valores do tráfico. O esquema era liderado por um indivíduo já preso por tráfico, com a ajuda de sua companheira, que movimentava o dinheiro fora da prisão.
O grupo movimentou mais de R$ 3 milhões em um ano, principalmente em dinheiro vivo. Os envolvidos podem ser condenados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, com penas que somam até 35 anos de prisão.
A FICCO/SE, formada por policiais federais, civis, militares, penais e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, tem como objetivo combater o crime organizado em Sergipe.
Fonte: G1/SE.
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